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A bicicleta no mundo (2) EUA.

Em Columbia City, Idiana, EUA, os coletivos possuem 2 vagas para transportar bicicletas.

É ou não é o sonho de todo ciclista Carioca? Quando nossa cidade vai ser humanizada? E deixar de ser um parque de egoístas? Cadê as políticas públicas de mobilidade? Não as “plásticas” que só servem para ganhar espaço na mídia. Bicicleta de aluguel na Orla? Balela.. precisamos de cultura, educação e já que vai fazer obras de urbanização, em vez de vagas para automóveis, ciclo-faixas e ciclovias. Mas é para ontem… nada de esperar 2016!

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Preparando uma longa viagem.

Chega um momento em que o ser humano tem que peregrinar. Colocar as idéias em ordem na cabeça. Esvaziar o pote para dar espaço a outras coisas! Conhecer pessoas novas, novas paisagens.
A última viagem que fiz para pedalar foram 7 dias de Vale Europeu. Um dia anterior uma bela pedalada em Curitiba, Serra da Graciosa.
Voltando com muitas idéias, muitos conceitos novos e jogados fora diversos outros que não cabiam mais mesmo. Esvaziar o pote.
Gosto muito de litoral mudei para Ubatuba. E estou mesmo precisando buscar algo que deixei em Paraty.

O planejamento se inicia:
Número de kilometros para pedalar por dia, para coincidir com hospedagem para o descanso e visita turística no dia seguinte. Se vale a pena, ou se continua a viagem cedo.

Época do ano mais favorável: Maio, sem chuva e sem sol escaldante.

Visitar o sítio do Antonio Olinto que é o cara que mais entende deste riscado em língua portuguesa.

É isto.

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Regra número 1: Utilizar protetor solar sempre.

Nós, praticantes de esportes ou atividades Outdoor, estamos expostos ao sol boa parte do tempo e não podemos negligenciar o cuidado com a péle afim de evitar o envelhecimento precoce e doenças cancerígenas. Segundo a Dra. Luciana Cattini (http://www.lucianacattini.com.br/), estamos expostos a o que chama-se
a um “estresse oxidativo”: estresse do trabalho, exposição solar desprotegida durante a pratica do exercício, uso de medicamentos inadvertidamente, hábitos alimentares pouco equilibrados. – Afirma.

Diante disto devemos além de usar protetor solar, complementar este cuidado com a alimentação, incluindo alimentos ricos em substâncias antioxidantes e roupas com tratamento contra raios Uv.

Estas substâncias (vitaminas A, C e E) e alguns minerais, como Selênio, Zinco e Cobre, pode ser encontrada em alimentos animais e vegetais. A vitamina está presente nos vegetais que se destacam pelas suas cores vivas alaranjadas. O chá verde é um dos mais importantes alimentos antioxidantes. A vitamina C se encontra em frutas e verduras, origanalmente a não só naquele tubinho que se compra na farmácia, né?. E a vitamina E azeite, oléo de girassol e melão.

A quem diga que para garantir um protetor solar natural, deve incluir nas suas refeições diárias arroz integral, suco de laranja e maça verde. Estes alimentos possuem as substâncias necessárias para manter a sua péle nutrida criando uma “camada” natural protetora, mas não substitui o protetor solar!E acrescenta que uma tacinha de vinho à noite ainda pode ajudar a combater os radicais livres. Para os atletas que evitam o álcool presente nos vinhos, vale uma taça de um bom suco de uva!

Este processo de envelhecimento progressivo está mais visível na péle, mas também ocorre nos ossos e articulações. Então a alimentação rica em antioxidantes garante que além de uma péle mais saudável você tenha uma proteção às ações naturais degenerativas e assim possa praticar por mais tempo a sua atividade predileta.

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Ciclo dia dos namorados em Paquetá

O dia dos namorados foi celebrado com um belo pedal a Ilha de Paquetá com a Orquestra Cyclophonica. Em parceria com a Pedal 2 o encontro na manhã deste domingo na Pça Xv com destino a Ilha iniciou com uma linda manhã de domingo, que a leitora pode conferir no vídeo do Cyclophonico Leonardo Fuks.

Cyclophonica em Paquetá

Um viagem de barca pela Bahia de Guanabra acompanhada de muita música e durante o passeio pelas vielas de saibro, nesta ilha que preserva o astral de charretes, bicicletas, trenzinho turístico, barcos e canoas e onde a circulação de carros particulares não é permitida, garantindo ao bairro o seu “aspecto bucólico original.”

A Orquestra percorreu boa parte da Ilha sob a liderança do imortal Domício Proença Filho, nascido em Paquetá, e em companhia do grupo de CicloCultura Pedal2 e diversos convidados.

Blog da Cyclophonica:
http://www.cyclophonica.blogspot.com/

Videos no Youtube

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Carta ao Sr. Prefeito Eduardo Paes.

O nosso colega biker, Wagner Fonseca, tomou a iniciativa de mandar uma carta ao Prefeito Eduardo Paes, no sentido de sensibilizá-lo para mais um desafio que visa tornar a nossa cidade ainda mais amiga da bicicleta. Ai está. Vamos seguir o exemplo:

Rio de Janeiro (RJ), 27 de Abril de 2011

Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro
Gabinete do Prefeito – GBP
Rio de Janeiro (RJ)

Ao Excelentíssimo Prefeito Municipal
Sr. Eduardo Paes,

Transporte Urbano – Bicicleta – Estando radicado no Rio de Janeiro há mais de 40 anos, preocupo-me a cada dia que passa com o caos urbano que vêm se instalando nas ruas da nossa belíssima cidade, fruto do formidável aumento da frota de veículos motorizados, de uso particular ou público.

É evidente que as soluções passam por várias ações que devem se complementar e, dentre estas, gostaria de apresentar sugestões concernentes à utilização da bicicleta como meio de transporte adicional, aliado aos outros tipos de transporte urbano, elevando as opções de deslocamento dos cariocas em sua própria cidade.

Aliás, estudos internacionais demonstram que moradores, em deslocamentos não superiores a cinco quilômetros em torno de suas residências, dão preferência à utilização de bicicletas, cujo impacto poluidor é zero, limite territorial que pode ser expandido quando existe um mínimo e confiável sistema de integração entre os mais diversos tipos de transporte público (trens, metrô, ônibus e barcas).

Antes de entrar no ponto específico de nossas sugestões, frise-se que é sabido os limites de sua gestão perante alguns órgãos ou empresas citadas doravante, que não respondem diretamente ao controle da Prefeitura do Rio de Janeiro. Mas, em contrapartida e ao mesmo tempo, há que se considerar o peso administrativo e político de sua intervenção em qualquer situação a favor do contribuinte e cidadão carioca, em especial no tema “transporte”, hoje tão em voga nas mais diversas mídias local, nacional e internacional.

Feitas essas considerações preliminares, gostaria de citar a posição positiva das Barcas S.A. e do Metrô-Rio de Janeiro em permitir o transporte de bicicletas em suas áreas de atuação aos sábados, domingos e feriados, o que permite a integração dos moradores das cidades do Rio de Janeiro e Niterói, ampliando a mobilidade social, o lazer e auxiliando a desafogar o trânsito nos dias, horários e regiões atendidas pelos citados transportes públicos.

Mas Vossa Senhoria há que concordar que, para a turística Cidade do Rio de Janeiro, esse exemplo do metrô e das barcas é pouco! Pouco não, pouquíssimo! Em comparação com outras cidades do mesmo porte, ao redor do mundo civilizado, a Cidade do Rio de Janeiro chega a maltratar o cidadão que decide se deslocar utilizando a bicicleta e contribuindo para um trânsito menos tumultuado e muito menos poluído.
Esse cidadão, ao longo dos dias úteis, não tem o suporte de qualquer outro tipo de integração de transporte público, sendo-lhe negado o direito de se deslocar em distâncias diárias mais longas, de forma econômica, exceto se tudo for feito pelo seu próprio esforço físico pessoal. E isso não é justo!

Dessa forma, permito-me dirigir-lhe a palavra com algumas sugestões práticas e que podem modificar esse quadro injusto para o cidadão que se utiliza da bicicleta. É verdade que em algumas situações, serão necessários investimentos privados e públicos iniciais, mas nada que impeça a adoção do que será apresentado, mesmo porque sabemos que a viabilidade de tais medidas passa também pelo estudo da ampla relação “custo x benefício” nas intricadas dicotomias entre a responsabilidade pública e o interesse privado.

Abrindo a seqüência de sugestões, permito-me focar no transporte urbano de ônibus, que pode ser influenciado diretamente pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Algumas cidades já adotaram o sistema de “bagageiro dianteiro para bicicletas” (vide exemplo em http://www.ridemcts.com/How-to-ride/Bikes-on-Buses/), acoplado na parte dianteira dos ônibus urbanos, que possibilitam o fácil transporte de duas bicicletas e facilitam a interação entre esses dois tipos de transporte. Tal aparelho que ocupa reduzido espaço, de fácil construção e manuseio, poderia ser instalado, para efeito de testes, nos ônibus coletivos de ao menos uma linha por empresa transportadora, o que significará no mínimo 30 roteiros distintos cobrindo a Cidade do Rio de Janeiro, de preferência interligados entre si, elevando as possibilidades de deslocamentos diários para aqueles que se utilizam da bicicleta para ir e voltar ao trabalho e/ou outras tarefas da vida diária.

Por outro lado e num primeiro momento, a Prefeitura Municipal poderia influenciar a empresa SUPERVIA a liberar o transporte de bicicletas nos trens, aos sábados, domingos e feriados, como já o fazem o metrô e as barcas, aumentando as possibilidades de deslocamento dos cariocas em seus dias mais dedicados ao lazer. Posteriormente, através de estudos, essas liberações poderiam ser estendidas para os dias úteis, em horários fora daqueles reconhecidos como “de pico”, de forma a aumentar a oferta de tráfego de bicicletas entre os bairros das zonas sul, centro e norte do Rio de Janeiro e algumas cidades-limítrofes atendidas, em especial, pelo sistema ferroviário.

Poder-se-ia, ainda, estimular as cooperativas de táxi para que ao menos 5% dos carros cooperados tivessem instalado o denominado “bagageiro de teto para transporte de bicicletas”, como mais uma medida para estimular a integração entre os mais diversos tipos de transporte público existentes na capital carioca.

Espero ter contribuído, com essas simples sugestões, para um Rio de Janeiro melhor.

Atenciosamente,

Wagner Fonseca Lima