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Que tal um passeio de bike em IlhaBela?

jimny-1Férias, verão, são um convite a uma visita a lugares paradisíacos como a Ilhabela. Um dos locais mais badalados do litoral Norte de São Paulo.

A Suzuki Veículos do Brasil preparou um pacote de atrações. A marca japonesa promete agitar a vila com seu lounge na Praça das Bandeiras, onde vai disponibilizar seus modelos 4 x 4 e bikes para locação.

São 60 unidades disponíveis. Durante três horas a locação é gratuita. A ciclovia de Ilhabela liga a Vila, Centro Histórico da cidade, a Barra Velha, onde ficam as balsas que fazem a travessia do canal da Ilha para o continente (São Sebastião). Grande parte do circuito é a beira mar com passagem por todas as praias da região central da cidade.
A Suzuki disponibiliza um link com roteiros para escolher aquele que combina com você, vá ao site e clique no quadro “O que fazer de bike em Ilhabela”.
Os interessados podem fazer o cadastro no site http://www.jimny4bike.com.br ou diretamente no lounge da Suzuki apresentando documento de identificação e cartão de crédito como garantia de devolução. Não é necessário ser proprietário de veículos da marca.
O Aluguel é gratuito e você pode usar a bicicleta por até três horas.

 

Sugestão de roteiro:

http://www.suzukiveiculos.com.br/jimny4bike/roteiro.html

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Saracuruna – Paraiba do Sul

Pedal iniciado às 6 da manhã, preparativos em Laranjeiras. Levamos cerca de 3 horas até a Central do Brasil, porque a cada 800 mts algo acontecia. Pneu furado e câmara com problema na minha bike, mochilas caindo do bagajeiro do Fabrício, prego no pneu do Felipe… enfim de tudo.

Conseguimos colocar as bikes como bagajem no trem para Saracuruna e dela pedalamos até Secretário, pela Serra Verde Petrópolis (foto). Somaram-se 84 km no total, chegamos a noitinha. Um frio de cortar a péle. Somei 2 tombos, vencendo a estrada de terra de pneu slick. Nenhum arranhão.

A noite na pousada relaxamos na sauna e depois desfrutamos do rodízio de pizzas e vinhos na casa da companheira Denise.

O dia seguinte foram 67km até Paraiba do Sul, Simon Pereira pela Estrada Real no passeio organizado pela Kraft Bikes.

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Pedal na Serra da Graciosa

2o Dia.

Foram 13 horas de viagem do Rio de Janeiro até a cidade de Quatro Barras em Curitiba, parando somente para abastecer.

A pernoite foi no Refugio de Montanha 5.13 em Quatro Barras. Ainda de carro, no dia seguinte (11/05), bem cedo, levamos as Bikes até a Rodoferroviária de Curitiba -terminal onde desembarcam os ônibus inter-estaduais/municipais que chegam à Cidade- e de onde partem os famosos trens que passam pela Serra do Mar.

O café da manhã foi na estação onde compramos as passagens para a volta no trem de turismo. Percorremos os 41 kilometros do Centro de Curitiba até o portal da Graciosa pelo acostamento da BR-116.

Após contemplar o pedal de 32km pela Graciosa com suas belezas naturais, mata atlântica preservada e riachos, mesmo com 11km de paralelepípedo na descida (haja braço e suspensão) tinhamos mais um desafio: Chegar a estação de Morretes antes das 15h para retornar de trem.

Conseguimos finalizar o percurso dentro do tempo previsto. Colocamos as Bikes no Trem e aproveitamos as 3 horas de turismo pela Serra do Mar, que tem lindas paisagens no caminho da estrada de ferro usada para escoamento da produção de Madeira para o Porto de Paranaguá. Chegamos de volta a Curitiba às 18:30hs aproximandamente. Guardamos as bikes no carro e cheios de disposição e fome partimos para jantar em Sta Felicidade. Onde mangiato molto bene spaghetti e vinho na tradicional casa de massas da Família Madalosso.

Total de 76km pedalados neste dia. Saída às 10 da manhã da estação, chegada às 14:30 em Morretes

Gasto por pessoa:

Pernoite no Refúgio: 12,00
Passagem de trem Serra do Mar: 22,00
Passagem de cada Bike no Trem: 6,00
Estacionamento na Rodoferroviária:

Distâncias:

Quatra Barras Curitiba 30km (percorridos de carro) /Rodoferroviária até o portal da Serra 42km
Serra da Graciosa 34km

Um pouco de História:

A Estrada da Graciosa, (Rodovia PR-410), é uma estrada pertencente ao governo do Paraná que utiliza a antiga rota dos tropeiros em direção ao litoral do Estado, interligando Curitiba às cidades de Antonina e Morretes.

A estrada atravessa o trecho mais preservado de Mata Atlântica do Brasil, marcado pela mata tropical e pelos belos riachos que nascem na Serra do Mar. Em 1993, declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Datam do início do século XVIII concluída em 1873, tendo sido iniciada logo após a criação da Província do Paraná. Até a metade do século XX, a Estrada da Graciosa permaneceu como única estrada pavimentada do Estado, sendo importante rota de escoamento da produção agrícola (café, erva-mate e madeira) do Paraná rumo ao Porto de Paranaguá e ao Porto de Antonina.

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Pico do Marumby

No passeio no trem da Serra do Mar é possível ter uma visão privilegiada do Pico do Marumby.
“Serra do Marumby, que se eleva garbosa na Cordilheira do Mar.”
Marumby era julgado inascessível. O povo chegara-o a considerar com um respeito supersticioso. A crença popular até revestiu-o de um prestigio sobrenatural, concedendo-lhe o poder de vedar o acesso a todo e qualquer que pretendesse atingir ao cume.
Joaquim Olimpio de Miranda, liderando uma equipe de paranaenses, atingiu os 1539 metros do Conjunto Marumbi. Posteriormente o cume foi batizado de “Olimpo” em homenagem a seu conquistador e à morada dos deuses da mitologia grega.

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Refúgio de montanha 5.13

1o Dia:

Chegada a Quatro barras em Curitiba. Hospedagem no Refugio de montanha 5.13, onde 2 colegas receberam seus alforjes da Alto Estilo.
Muita lenha para manter a lareira acesa, casacos e gorros, pizza e vinho para aquecer o corpo e a alma.
Tempo total de viagem 13 horas de carro.
Algumas horas perdidas para encontrar a saída para Rodovia Régis Bittencourt em São Paulo e o caminho de terra para o Refúgio de montanha.

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Grajáu – Barra de Guaratiba

Barra de Guaratiba, conhecida pelos seus pescadores, mangue e a restinga de Maranbaia. Guaratiba significa, na língua tupi-guarani, “uma grande quantidade de garças (guará=garça;tiba=advérbio de quantidade). E os lindos pássaros brancos de pernas longas ainda enfeitam a paisagem do local. No manguezal é possível fazer passeios de barco.

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Botes que fazem passeios pelo manguezal (21-24100617)

O Reconhecimento de percurso feito no feriado dia 21/03, registrou um pedal muito forte, com 134km e três subidas pesadas. Eu e o companheiro William começamos pela subida forte da Grajaú-Jacarepaguá, cuja descida registrou máxima de 62km. Após percorrer Estrada dos Bandeiras e do Pontal, enfrentamos a subida da Grota Funda, pegamos a estrada velha a direita para fugir do trânsito. Encantadora vista do mangue e a oferta de carangueijos na estrada. O retorno pela Estrada do Joá, Niemeyer e Zona Sul.
Total de 7 horas de pedal.

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Centro Histórico

Em homenagem a malandragem e a proximidade do Carnaval escolhi uma letra de um samba bem Carioca. Bem teimoso. Que representa minha paixão.

Mesmo com todas as mazelas do nosso Rio de Janeiro, continuamos em frente.

Avante, ciclistas, por um meio ambiente melhor!

Podem me prender, podem me bater
Podem até deixar-me sem comer
Que eu não mudo de opinião.
Daqui do morro eu não saio não, daqui do morro eu não saio não.

Se não tem àgua, eu furo um poço
Se não tem carne, eu compro um osso e ponho na sopa
E deixo andar, deixo andar

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Fale de mim quem quiser falar (que eu só quero pedalar)
Aqui eu não pago aluguel
Se eu morrer amanhã, seu doutor
Estou pertinho do céu
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Podem me prender, podem me bater
Podem até deixar-me sem comer
Que eu não mudo de opinião

Daqui do morro eu não saio não, daqui do morro eu não saio não…

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(Feira da Glória – pastel e Flores)

Podem me prender , podem me bater, que eu não mudo de opinião, que eu não mudo de opinião… (Nara Leão)

É isto.