Petrópolis - Serra Verde Imperial
Ainda estava escuro quando o Grupo se concentrou na Praça do Méier para encarar os 72km até a Cidade de Pedro.

Nunca pensei que fosse acordar tão cedo para fazer alguma atividade. O vício pelo pedal é algo realmente inexplicável.

Tudo preparado e as 10 cabeças partem rumo a Petrópolis. Passamos humildemente e corajosamente por onde a Força Nacional está em guarda (Complexo das FAvelas do Alemão) para evitar o tráfego da Avenida Brasil, alcançando assim o estradão da Washington Luís, Rio Terósopolis, entrando em Imbariê, Inhomirim e Sta Lúcia.

Após 2 vezes consertar o pneu furado de Calmira -que já me perguntou porquê eu levo 2 câmaras ar de reserva- chegamos ao pé da Serra que é ladeada por Mata Atlântica e faz parte da estrada Real. Manhã fresca, ótimo dia de pedal. (Descobriu para quê servem as câmaras, Calmira?)

Os 14 Km de subida por estrada de paralelepípido, não incomodam, pois o local é aprazível demais. Ainda há Mata Atlântica, e o tráfego é pouco intenso.

Um pouco de cãimbra para variar. Nisto que dá deixar o ritmo se perder. Algumas semanas sem pedalar e o corpo se revolta.
Como arrombar uma tranca cujo miolo da chave se partiu?
O ponto alto da visita a Petrópolis foi o desafio de como arrombar uma tranca cuja fechadura se partiu não permitindo ser aberta normalmente com a própria chave. E toma lhe de alicatada, martelada, xingamentos, rezas e palavrões.

Descobrimos que: ou a tranca é muito boa ou que não temos o menor talento para arrombá-las. A minha bike ficou bem presa, pois é, eu mesma não consegui mais abri-la, precisei da toda ajuda para poder soltar a “Camila”.
O momento em que a tranca finalmente se partiu está registrada em vídeo, veja você mesmo. Hurulll Liberdade para a magrela.
É isto! Eu voltei de ônibus com mais 3 colegas. Mesmo assim foram 92 km de pedal.
Rio, 10/02/2008
E semana que vem é Camorim… vamos lá, pedal imperdível.
Arquivado em: Rio Bikers