Parque e Museu das Ruínas

A visita ao parque das ruinas em Sta Teresa foi puro turismo. Programa de final de semana para algumas famílias que ali se reúnem para um churrasco.


O pedal começou mais tarde e podemos dormir um pouco mais. No entanto ainda tinha gente com sono. Houve um atentado aos cones da CET Rio no Maracanã. A brincadeira é de bicicleta ou é de boliche? Se for boliche derrubamos os pinos, não os cones na rua. Abre o olho Eduardo! Atenção na pista! Mas para mostrar que é um rapaz educado parou para levantar os ornamentos depositados a caminho de Flamengo X Botafogo.

Encontramos um garotinho que fez questão de ir de capacete para a festa, mas sem a bike. Mesmo assim estava se sentindo em casa pois afinal havia mais 8 cabeças de capacete passeando pelo parque sem bike. As magrelas ficam na entrada amarradas ao poste. Não tem bicicletário e a entrada é franqueada aos carros, mas as bikes são impedidas de circular mesmo empurradas.

Já no Musel das Ruínas, onde saboreamos um ótimo café com canela e chocolate, mesmo sem bicicletário, elas foram bem-vindas e ganharam um cantinho para o descanso.

Nosso Presidente Luis Fernando estava disposto a fazer um protesto solene dirigido a companheira Calmira, pois a avistara no banheiro. Mas antes disto reparou que ele é quem escolhera o banheiro errado. Francamente!

Láercio chegou, tradicionalmente -atrasado! Aos costumes.

E para terminar, um motorista resolve fazer uma barberagem nas paineiras e quase atropela o Eduardo. Saí em defesa do companheiro pois o motorista sequer ligou a luz de Ré. O incauto largou literalmente o carro sem olhar para trás avançando contra a bicicleta que terminara a travessia da pista para dar continuidade a subida. Sorte não haver um choque.

Aproveito o ensejo para deixar minha observação sobre as placas distribuídas no percurso que diz: “Motoristas devagar. Travessia de animais silvstres.” Devagar? aquilo mais parece um autódromo em temporada de stock car. A grande maioria trafega em alta velocidade. Eita povo apressado!
Em tempo, outras placas indicam preferência para pedestres e ciclistas, Vamos compartilhar o espaço urbano com educação, enquanto bem juntinho a natureza? Vamos? Então!

É isto

Venha ver o que rola no mundo

Pedalando a gente interage com pessoas interesantes, fatos interessantes, natureza ambulante. A velocidade reduzida nos permite sentir cheiros diferentes, sentir as sensações de cada lugar.

Também permite estar próximo de pessoas pitorescas. Bem, e de animais também pictóricos.

Não é uma graça? Tirando “onda” de moto pelas areias da restinga de Maricá, au au!

Passeio feito a Saquarema no mês de novembro com com os convidados de Thiago Gomes.

I Vassours Bike Tour

Com pelo menos 170 participantes o evento foi um sucesso. Nossos representantes, Índio (Campeão Carioca categoria Master) e Afonso, seu companheiro de pedal, provaram e aprovaram o percurso, mas havia competidores muito bem preparados e não foi páreo para eles. Melhor treinamento e sorte para a próxima vez.


Passeio a Xerém

Com um lindo dia de sol a galera foi se refrescar. O passeio foi até o Sítio de Xerém.

Alguém pediu para olhar o passarinho? Eles estão procurando.

O resto é pedal!

Dia de Cão! Digo:Chão - de barro!

Para o quê servem estas mountain bikes? para andar na lama, certo? Então vamos ver como elas se comportam, aliás, como se comporta também a amazona que doma esta potranca de alumínio e ferro.

Primeiro trocar os pneus de slick para o tipo biscoito. Nas mãos do mestre Paulinho ela ganhou o tipo Kenda de cravos, bem largo 2.2.

Pedal para reconhecimento a trilha de Niterói, caminho para Maricá. Começou com o encontro da turma indo para a Bicicletada dos Fortes.

Chegando a Pendotiba, Vila Progresso -a entrada desta Vila é um corredor de Fiqueiras, deslumbrante. Custo acreditar que há lugares tão bonitos no meio deste caos que está a nossa cidade. Confira.

Após passar por Sta Izabel, chegamos ao bairro de Rio D´ouro e de lá fomos ainda por estrada de muita terra e lama , nos aventurar por uma trilha. Motoqueiros abrem o gás pelas valas cortadas no barro morro acima. Após quase três horas de pedal, com apenas meio abacate no estômago, lama e empurradas na subida, uma destas esquivas para facilitar a passagem dos motoqueiros fui agraciada pelos anjos ao olhar para o mato e me deparar com um abacate inteiro. Isto mesmo! Um fruto ali, me esperando para ser comido e então repor o potássio e as outras tantas calorias necessárias para continuar. Metade do saboroso verdinho estava meio pretinho e foi descartada, mas a outra estava uma delícia, sem pudor, comi o abacate e a sobra dei para um solitário cavalo.

Denise - a “cascuda das distâncias”, como fora batizada- aproveita o terreno para o teste drive do novo amortecedor. Para a felicidade do seu ombro.

Ninguém merece perder o controle da bike a 49km/h. Perdi a concentração e me animei na decida, pouco antes de avistar a curva que não consegui fazer, não consegui diminuir a velocidade e patinei na poça de lama. A imagem da foto deve estar borrada, pois a máquina fotográfica ficou encoberta pela substância laranja, que como a leitora pode ver, também cobriu todo o meu lado direito.

O resultado: Foram 6 horas de pedal, cerca de 95Km percorridos a uma velocidae média de 14.9.

A volta para fechar com chave de ouro o pneu trazeiro estourou. Com o pneu e a câmara rasgada que, ingenuamente eu e Denise, tentamos substituir, sem chance para calibrar. Ficamos esperando o resgate solicitado à sua filhota Alice que largou seus trabalhos de faculdade para me levar para casa com a bike desmontada no carro. Valeu, Alice! Valeu Denise.

Olha a miha pose de fim de festa no posto da Praça da Bandeira! Mais parecia uma boneca de trapo! Mas tudo isto faz parte. Quem disse que seria fácil?

É isto!